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BASTA A GENTE QUERER

AINDA DÁ TEMPO PRA TUDO 
(Martha Medeiros)

“Ainda dá tempo pra tudo. 
Pode o céu estar fechado neste instante, mas uma hora abre, não falha. Pouco importa sua idade: você está vivo. Então ainda dá tempo para você reatar, dá tempo para você terminar uma relação ruim e começar outra, dá tempo de pedir perdão ou de colocar uma pedra sobre o assunto que incomoda, dá tempo de ter um relacionamento mais leve e prazeroso, e indo além das questões amorosas: dá tempo de conhecer a Ásia, de escrever suas memórias, de mergulhar no mar à noite, de aprender a cozinhar, de falar italiano, de fazer diferença, de começar uma coleção. Se me permite uma sugestão: colecione inúmeras ”primeiras vezes”. Todas as primeiras vezes que você tem evitado porque não simpatiza com mudanças.
Aqui entra a segunda parte da frase: BASTA A GENTE QUERER.
É a parte mais difícil: querer. Porque querer dá trabalho. Querer convoca à ação. Te arranca debaixo das cobertas. Querer pressupõe suor, planejamento, esforço, risco. O querer te cobra, te aponta o dedo, e aí, criatura? Quis tanto e não batalhou? Querer te chama para o combate. E lá vai você.
Queira. Não se contente com o que já tem. Ou com o que nunca teve. Queira mais, queira melhor, queira o impossível, queira sem garantia de ser bem sucedido, simplesmente queira tanto, mas tanto, a ponto de emitir sinais – alguém há de captá-los.
Recado para os cansados: ainda dá tempo. Para os desiludidos: ainda dá tempo. Para os frustrados: ainda dá tempo. Para os desistentes: tente um pouco mais. Você respira? Então ainda dá.”

Eu ainda não entreguei os pontos.

E você? O que tem feito pelos teus objetivos e por você mesmo?

Um abraço. Rumo à EsFCEx!

PATRIMÔNIO PÚBLICO – RESUMO

Olá Guerreiros!!!

Seguem abaixo um belo resumo sobre Patrimônio Público.
Entrando em ritmo de preparação para 2015, OS ESTUDOS NÃO PODEM PARAR!!!!!

PATRIMÔNIO PÚBLICO

1. O QUE É PATRIMÔNIO PÜBLICO?
– Numa concepção restrita: é o conjunto de bens e direitos, mensurável em dinheiro, que pertence à União, a um Estado, a um Município, a uma
Autarquia ou empresa pública. (Art. 1º, §1º, Lei 4.717/65)

– Concepção ampla: conjunto de bens e direitos de valor econômico, artístico, estético, histórico ou turístico, que pertence ao povo, para o qual o Estado e a Administração existem.

BENS PÚBLICOS

2. O QUE SÃO BENS PÚBLICOS?
É tudo aquilo avaliado em dinheiro e que satisfaça as necessidades públicas pertencentes à União, aos Estados, aos Municípios, ao DF aos Territórios, autarquias e empresas públicas.

3. QUANTO A SUA DESTINAÇÃO, COMO CLASSIFICAM OS BENS
PÚBLICOS?

De uso comum do povo: são destinados, por natureza ou lei, ao uso coletivo, e podem ser utilizados por todos sem necessidade de consentimento. Ex. rios, mares, estradas, ruas e praças.

De uso especial: destinados ao uso da administração e ao serviço público. Ex. prédios, terrenos, veículos, móveis, cemitérios, teatros, materiais de consumo.

Dominicais: não tem destinação púbica definida, podendo ser aplicados para obtenção de renda. Ex. imóveis não utilizados pela administração, terras devolutas, bens móveis inservíveis.
Esta classificação é disposta no art. 99 do Código Civil, daí porque é denominada Classificação Legal.

4. PARA FINS DE REGISTROS CONTÁBEIS, COMO SE CLASSIFICAM OS
BENS PÚBLICOS?

Bens Móveis – que compreendem os mobiliários em geral, os utensílios, veículos, aeronaves, embarcações, equipamentos, materiais
etc.

Bens Imóveis – que correspondem aos terrenos e edificações (escolas, hospitais, sede do Poder Executivo e Legislativo), etc.

Bens de Natureza Industrial – bens utilizados no funcionamento de estabelecimentos industriais.

5. COMO SÃO ADQUIRIDOS OS BENS PÚBLICOS MUNICIPAIS?

Há várias formas de aquisição de bens pelo Poder Público. Elas são regidas
pelo:

Direito Privado – compra e venda, recebimento de bens de doação,
permuta, herança, usucapião, invenção (achado de coisa perdida) etc.

Direito Público – desapropriação, aquisição por força de lei ou processo
judicial (Execução), investidura, etc.

Os bens dos municípios são adquiridos através de desapropriação, de
processo de Execução, ou outros tipos de aquisição de natureza privada
(compra e venda, recebimento de bens de doação, permuta, herança,
usucapião, invenção (achado de coisa perdida) e por força de dispositivo
constitucional ou legal.

Os bens municipais adquiridos por força de dispositivo constitucional ou legal
seguem o critério de exclusão. Assim, eliminando os bens da União e dos
Estados previstos nos Arts. 20 e 26 da Constituição Federal, respectivamente,
os bens e móveis e imóveis que restarem e estiverem em seu domínio, a renda
por eles auferidas e as águas fluentes, emergentes e em depósitos localizadas
no território de um só Município, a ele pertence.

6. É POSSÍVEL SE DESFAZER DE BENS PÚBLICOS?

Os bens de uso comum e de uso especial, em regra, são inalienáveis, já que
os mesmos encontram-se afetados a uma finalidade pública específica. Esta regra, entretanto, não é absoluta. Se os mesmos perderem a destinação
pública, poderão passar à categoria de bens dominicais, podendo ser desafetados em decorrência de lei.

Os bens dominicais, entretanto, uma vez que não são afetados a uma
finalidade pública específica, podem ser alienados a qualquer tempo, através
dos institutos de direito privado (compra e venda, doação, permuta) ou de
direito público (investidura, retrocessão, etc.).
O gestor público poderá desfazer de bens públicos (móveis ou imóveis), desde
que haja interesse público devidamente justificado e o valor esteja de acordo
com o preço de mercado (avaliação prévia). Devem-se observar, ainda as
seguintes regras, no caso de:

Imóveis – adquirir autorização legislativa e realizar licitação na
modalidade de concorrência. Em se tratando de alienação de imóveis, a
licitação é dispensada nos casos de dação em pagamento, doação ou
venda para outro órgão ou entidade da administração pública, permuta
com outro imóvel, etc.

Móvel – realizar licitação, normalmente na modalidade leilão, salvo nos
casos de doação para fins de uso de interesse social, venda para outro
órgão ou entidade da administração pública, permuta, etc. em que é
dispensado o processo licitatório. É comum a alienação de bens móveis
na administração pública, sobretudo de bens considerados inservíveis,
aqueles que não prestam mais ao serviço público, em decorrência do
desgaste natural do tempo.
A alienação de bens móveis e imóveis é tratada nos Arts. 17 a 19 da Lei n.º
8.666/93 que disciplina o processo de alienação dos bens móveis e imóveis.
É vedada a aplicação de receita de capital proveniente da venda de bens e
direitos para financiamento de despesas correntes, salvo disposições legais
contrárias. O valor advindo da venda de um bem deve, pois, ser investido na
aquisição de outros bens (despesas de capital) ou destinado por lei ao regime
de previdência. (Art. 44 da Lei Complementar n.º 101/00)
As guias de receita referentes à alienação de bens do patrimônio público, o
processo licitatório e a autorização legislativa deverão ser juntadas aos
documentos da prestação de contas mensal a serem enviados ao TCM, tal
como determina a Resolução n.º 1.060/05.
Ocorrendo a alienação de bens públicos é necessário proceder à imediata
baixa no inventário, mantendo o mesmo sempre atualizado.

FONTE: Kívio Dias Barbosa Lopes – Advogado, Especialista em Gestão Pública
(Uneb) e Secretário Municipal Chefe da Controladoria Geral do Município de
Lauro de Freitas (Ba)

Bom Papiro!!!

 

 

Link Site – Aprovado APP – Planejamento de estudo sem complicação!

Olá Pessoal,

Ontem descobri um site que me proporcionou organizar meus estudos.
Estou disponibilizando o link para vocês.
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Um pouco sobre o APP:

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E ele não precisa de uma conexão com a Internet!
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Prático, fácil e acessível!

Espero que gostem!!! Eu gostei!!!! :)

Bom Papiro

Resumo TGA

Resumo de Teoria Geral da Administração

Teoria Estruturalista

A Teoria Estruturalista surgiu na década de 50 e representa um desdobramento da
Teoria da Burocracia e uma leve aproximação à Teoria das Relações Humanas.
Representa também uma visão extremamente crítica da organização formal.
O estruturalismo ampliou o estudo das interações entre os grupos sociais,
iniciado pela Teoria das Relações Humanas para o das interações entre as
organizações sociais. Para os estruturalistas há uma relação entre os objetivos
organizacionais e o ambiente.As relações da organização com o seu meio requerem
uma constante reavaliação dos objetivos face às alterações do meio ambiente e da
organização.Para os estruturalistas, o ambiente é formado pelas outras organizações
que formam a sociedade.

A teoria estruturalista envolve:
• Tanto a organização formal como a informal;
• Tanto as recompensas salariais e materiais como as recompensas simbólicas
e sociais;
• Todos os diferentes níveis hierárquicos de uma organização;
• Todos os diferentes tipos de organização;
• A análise intra-organizacional e a análise interorganizacional.
Há na Teoria estruturalista uma abordagem múltipla, ou seja, ampliação da abordagem,
onde muda o foco de atenção voltado para o indivíduo e para o grupo para a estrutura
da organização como um todo, tornando a visão mais ampla e também surge a preocupação
com o ambiente;

Aspectos Importantes do Estruturalismo:
• A organização é concebida como um sistema social aberto e deliberadamente construído;
• Os conflitos são considerados inevitáveis e até muitas vezes desejáveis na relação
empresa-empregado
• Incentivos mistos são recomendados, não apenas materiais.
• O sentido do “homem organizacional” em contraposição ao “homem administrativo”,
do comportamentalismo, ao “homem social”, da dinâmica de grupo e ao “homem econômico”,
da administração científica, de Taylor.
• São visados “resultados máximos”, à semelhança da Escola Clássica, em oposição ao
comportamentalismo, que visa “resultados satisfatórios”.

Teoria das Relações Humanas

George Elton Mayo (1880-1949), um cientista social Australiano, nasceu em 1880 e morreu
em 1949 com 69 anos. Ficou conhecido como o fundador do movimento das Relações Humanas
e da Sociologia Industrial, pelas experiências que coordenou em Hawthorne( bairro de Chicago).
Western Eletric Companyfabrica equipamentos e componentes telefônicos.

> Primeira Fase da Experiência de Hawthorne
Para analisar o efeito da iluminação sobre o rendimento dos operários.

> Segunda Fase da Experiência de Hawthorne
– As moças gostavam de trabalhar na sala de provas porque era divertido e a
supervisão branda (ao contrário da supervisão de controle rígido na sala de montagem)
permitia trabalhar com liberdade e menor ansiedade;
– Havia um ambiente amistoso e sem pressões, na qual a conversa era permitida, o que
aumentava a satisfação no trabalho;
– Não havia temor ao supervisor, pois este funcionava como orientador;
– Houve um desenvolvimento social do grupo experimental. As moças faziam amizades
entre si e tornaram-se uma equipe;
– O grupo desenvolveu objetivos comuns, como o de aumentar o ritmo de produção,
embora fosse solicitado trabalhar normalmente

> Terceira e Quarta Fases da Experiência de Hawthorne
Os pesquisadores, fixados no estudo das relações humanas no trabalho, verificaram
que, no grupo de controle, as moças consideravam humilhante a supervisão vigilante e
constrangedora
O Programa de Entrevista revelou a existência da Organização Informal dos Operários a
fim de se protegerem das ameaças da Administração. Nela, os operários se mantêm unidos
através de laços de lealdade.
O grupo desenvolveu métodos paraassegurar suas atitudes, considerando delator o membro que
prejudicasse algum companheiro e pressionando os mais rápidos para estabilizarem sua produção
por meio de punições simbólicas.

Conclusões da Experiência de Hawthorne

a) Nível de Produção Resultante da Integração Social
O nível de produção não é determinado pela capacidade física ou fisiológica do
empregado (como afirmava a Teoria Clássica), mas por normas sociais e expectativas grupais.
É a capacidade social do trabalhador que determina o seu nível de competência e eficiência e
não sua capacidade de executar movimentos eficientes dentro do tempo estabelecido. Quanto
maior a integração social do grupo, maior a disposição para trabalhar.

b) Comportamento Social dos Empregados
Os trabalhadores não agem ou reagem isoladamente como indivíduos, mas como
membros de grupos. Portanto, a administração não pode tratar os empregados um a um, mas
sim como membros de grupos e sujeitos às influências sociais desses grupos. A Teoria das
Relações Humanas contrapõe o comportamento social do empregado ao comportamento do
tipo máquina, proposto pela Teoria Clássica.

c) Recompensas e Sanções Sociais
Os precursores da Administração Científica, baseados no conceito de hommo
economicus, pelo qual o homem é motivado e incentivado por estímulos salariais, elaboravam
planos de incentivo salarial, para elevar a eficiência e baixar os custos operacionais. Para a
Teoria das Relações Humanas, a motivação econômica é secundária na determinação do
rendimento do trabalhador. Para ela, as pessoas são motivadas pela necessidade de
reconhecimento, de aprovação social e participação nas atividades dos grupos sociais nos
quais convivem. Daí o conceito de homem social.

d) Grupos Informais
Enquanto os clássicos se preocupavam com aspectos formais da organização como
autoridade, responsabilidade, especialização, estudos de tempos e movimentos, princípios
gerais de Administração, departamentalização etc., os autores humanistas se concentravam
nos aspectos informais da organização como grupos informais, comportamento social dos
empregados, crenças, atitude e expectativa, motivação etc. A empresa passou a ser
visualizada como uma organização social composta de grupos sociais informais. Esses
definem suas regras de comportamento, formas de recompensas ou sanções sociais, objetivos,
escala de valores sociais, crenças e expectativas que cada participante vai assimilando e
integrando em suas atitudes e comportamento.

e)Relações Humanas
As relações humanas são as ações e atitudes desenvolvidas a partir dos contatos entre
pessoas e grupos. Cada pessoa possui uma personalidade própria e diferenciada que influi no
comportamento e atitudes das outras com quem mantém contato. A compreensão das relações
humanas permite ao administrador melhores resultados de seus subordinados e a criação de
uma atmosfera na qual cada pessoa é encorajada a exprimir-se de forma livre e sadia.

f) Importância do Conteúdo do Cargo
A especialização não é a maneira mais eficiente de divisão de trabalho.Trabalhos
simples e repetitivos tornam-se monótonos e maçantes afetando negativamente a atitude do
trabalhador e reduzindo a sua satisfação e eficiência.

g) Ênfase nos Aspectos Emocionais
Os elementos emocionais não planejados e irracionais do comportamento humano
merecem atenção especial da Teoria das Relações Humanas. Daí a denominação de
sociólogos da organização aos autores humanistas.

A experiência de Hawthorne permitiu a Mayo concluir que o trabalho é uma atividade grupal e que
o nível de produção é mais influenciado pelas normas do grupo do que pelos incentivos físicos
de produção.Segundo ele o operário não reage como indivíduo mas como membro de um grupo.

Conclusão: pode se dizer que a teoria das Relações Humanas, desenvolvida por
Elton Mayo, colocou a ênfase do estudo na gestão das pessoas, ao contrário das teorias da época,
que se focaram na estrutura e na máquina. Mayo percebeu que existia para além da máquina,
um universo a ser descoberto, relacionado com o comportamento humano e a sua influência nos
processos organizacionais.

A partir da Teoria das Relações Humanas, todo o acervo de teorias psicológicas acerca
da motivação humana passou a ser aplicado dentro das empresas. Verificou-se que o
comportamento humano é motivado. A motivação, no sentido psicológico, é a tensão
persistente que leva o indivíduo a algum comportamento com o objetivo de obter a satisfação
de uma ou mais necessidades. Daí o conceito de ciclo motivacional.

O Ciclo motivacional:

O organismo humano permanece em estado de equilíbrio psicológico (chamado por
Lewin de equilíbrio de forças psicológicas), até que um estímulo o rompa e crie uma
necessidade. Essa provoca um estado de tensão em substituição ao anterior estado de
equilíbrio. A tensão conduz a um comportamento ou ação capaz de atingir alguma forma de
satisfação daquele necessidade. Se satisfeita a necessidade, o organismo retorna ao seu
estado de equilíbrio inicial, até que outro estímulo sobrevenha. Toda satisfação é basicamente
uma liberação de tensão, uma descarga tensional que permite o retorno ao equilíbrio anterior.

As necessidades de auto-realização são as necessidades mais elevadas, conseqüência
da educação e cultura. São raramente satisfeitas em sua plenitude, pois o homem vai
procurando maiores satisfações e estabelecendo metas crescentemente sofisticadas. A
necessidade de auto-realização é a síntese de todas as outras necessidades. É o impulso de
realizar o próprio potencial, de estar em contínuo autodesenvolvimento no sentido mais
elevado do termo.

Abraham Harold Maslow (1908-1970)

Abraham Harold Maslow nasceu a 1º de Abril de 1908 em Brooklyn, Nova York e
faleceu em 1970, psicólogo e estudioso do comportamento.
Inventou o conceito de pirâmide das necessidades, segundo o qual, uma vez satisfeitas
as necessidades fisiológicas básicas – da alimentação ao desejo de um ambiente seguro e
estruturado – as necessidades mais elevadas de auto-estima e realização pessoal podem ser
preenchidas. Para Maslow existe uma hierarquia natural entre a natureza das necessidades,
nenhuma delas é absoluta: quando uma delas é preenchida, a preocupação com a sua
satisfação desaparece.
Maslow sustenta o comportamento motivacional pela correlação das necessidades
humanas. Entende-se que a motivação é o resultado dos estímulos que agem sobre os
indivíduos, levando-os a ação. Para que haja ação ou reação é preciso que um estímulo seja
desencadeado, proveniente de uma situação externa ou do próprio organismo. Assim, esta
teoria dá-nos idéia de um ciclo, o Ciclo Motivacional.
Quando o ciclo motivacional não se realiza, desenvolvem-se a frustração no indivíduo
que poderão assumir várias atitudes:

a) Comportamento ilógico ou anormais;
b) Agressividade por não poder solucionar a insatisfação contida;
c) Nervosismo, insônia, distúrbios circulatórios/digestivos;
d) Falta de interesse pelas atividades ou objetivos;
e) Passividade, baixa auto-estima, má vontade, pessimismo, resistência às modificações, insegurança,
não colaboração, etc.
Maslow esquematizou todas as necessidades de um indivíduo segundo uma hierarquia,
a Hierarquia das Necessidades.

NECESSIDADES FISIOLÓGICAS
Constituem o nível mais baixo de todas as necessidades humanas. São necessidades de
alimentação, de sono e repouso, de abrigo, o desejo sexual, etc. Estão relacionados com a
sobrevivência do indivíduo e com a preservação da espécie.

NECESSIDADES DE SEGURANÇA
Segundo nível das necessidades humanas. São necessidades de segurança ou de
estabilidade, a busca de proteção contra a ameaça ou privação, a fuga do perigo, condições de
trabalho seguras, remuneração e benefícios. Surgem no comportamento quando as
necessidades fisiológicas estão relativamente satisfeitas.

NECESSIDADES SOCIAIS
Surgem no comportamento, quando as necessidades mais baixas (fisiológicas e de segurança)
estão relativamente satisfeitas. Nesse nível, estão as necessidades de associação,
participação, amizade e colegas, interação com clientes, afeto e amor.

NECESSIDADES DE ESTIMA
Estão relacionados com o modo pelo qual o indivíduo se vê e se avalia. As necessidades de
estima envolvem a autoconfiança, a necessidade de aprovação social e respeito,
responsabilidade por resultados, orgulho e reconhecimento, promoções, etc.

NECESSIDADES DE AUTO-REALIZAÇÃO
São as necessidades humanas mais elevadas e que se encontram no topo da pirâmide. Essas
são as necessidades que cada indivíduo tem para realizar seu próprio potencial e de
autodesenvolver-se. Incluem-se aí o trabalho criativo e desafiante, diversidade e autonomia,
participação nas decisões, etc.

Quando as necessidades mais baixas estão satisfeitas, as necessidades situadas nos níveis
mais elevados começam a dominar o comportamento. Nem todas as pessoas conseguem
atingir o primeiro nível.

Teoria Comportamental

Característica principal:
A preocupação com o comportamento organizacional (processos e dinâmica organizacional),
enfatizando as ciências do comportamento (behavioral sciences). Os comportamentalistas ou
behavioristas vêem a organização como um sistema cooperativo racional.

Origens:
– A forte e definitiva oposição da Teoria das Relações Humanas em relação à Teoria Clássica;
– Consiste em um desdobramento da Teoria das Relações Humanas, rejeitando a sua característica ingênua e romântica,
mas aproveitando e reformulando alguns dos seus conceitos tomados como ponto de partida;
– Critica a Teoria Clássica , sendo considerada por alguns autores uma antítese à organização formal,
aos princípios gerais da administração, ao conceito de autoridade formal e à posição rígida e
mecanística dos autores clássicos.
– Com a Teoria Comportamental deu-se a incorporação da Sociologia da Burocracia, ampliando o campo da
teoria administrativa.
– Critica a Teoria da Burocracia, particularmente no que se refere ao “modelo de máquina” adotado como
representativo da organização.

FREDERICK HERZBERG – propôs um modelo motivacional baseado em dois fatores – fatores higiênicos e f
atores motivacionais que, para ele, determinam o comportamento das pessoas.
– Fatores higiênicos ou extrínsecos : são contextuais, relacionados com o meio ambiente onde as
pessoas atuam. São de responsabilidade da organização, fora do controle das pessoas. Chamados de
higiênicos por serem considerados profiláticos e preventivos, ou seja, evitam a insatisfação mas não levam a satisfação.
Por estarem mais relacionados à insatisfação, são chamados de insatisfacientes.
– Fatores motivacionais ou intrínsecos: são relacionados ao conteúdo do cargo, a natureza das tarefas inerentes a ele.
Estão sob o controle da pessoa. Quando os fatores motivacionais são ótimos provocam a satisfação, quando deficientes
evitam a satisfação, sendo chamados de satisfacientes.

DOUGLAS M. McGREGOR – Elaborou dois estilos administrativos, opostos e antagônicos que chamou de Teoria X ( mecanicista e pragmática) e Teoria Y (baseada na concepção mais moderna da visão comportamentalista).

Teoria X:
É representada pelos modelos de Taylor, Fayol e Weber, nas quais o homem é visto como máquina, como recurso de produção, concepções
consideradas inadequadas sobre o comportamento humano.
• O homem é indolente e preguiçoso por natureza
• A sua dependência o torna incapaz de autocontrole e disciplina
• O homem prefere ser dirigido e tem pouca ambição
• Ele busca apenas a segurança

Teoria Y:
Baseia-se em concepções e premissas atuais, baseada em valores humanos e sociais, totalmente opostos à visão clássica da Teoria X.
• As pessoas são esforçadas e gostam de ter o que fazer
• O trabalho é uma atividade tão natural como brincar ou descansar
• As pessoas procuram e aceitam responsabilidades e desafios
• As pessoas podem ser automotivadas e autodirigidas

Bom Papiro!!!

 

A motivação é fundamental – RETA FINAL

Confie em você

Ninguém confia mais em você do que você mesmo.É importante que você acredite que passará no concurso como resultado de seu esforço. Ser aprovado é mais do que sorte: é estudo, treino e dedicação.Você é capaz desde que estude o necessário.A grande vantagem da carreira pública em relação à privada é que só depende de você: não precisa ter boa aparência, condução própria, ser simpáticos e não há entrevista; basta passar no concurso.

Imagine-se aprovado

Imagine-se na carreira pública que escolheu e a sensação de dever cumprido com a sua aprovação no concurso e de todas as mudanças que ocorrerão. A lembrança destas imagens e de seus sonhos serão bastante motivadores durante seus estudos.

Não pense no total de concorrentes

Hoje em dia os concursos públicos costumam ter muitos inscritos. Dividindo o total de inscritos pelo total de vagas temos a relação candidato por vaga, isto é, quantos disputam cada vaga. Não pense nesta relação durante seus estudos. Provavelmente você ficará preocupado e isto afetará negativamente sua motivação. Esta relação induz a erro pois, além destes candidatos não estarem igualmente preparados, temos que:

· 10% a 20% dos candidatos não comparecem ao concurso. Isso mesmo: pagam pela inscrição e não comparecem. Este fato ocorre por vários motivos como a falta de acompanhamento do concurso (o candidato nem soube da prova) ou pelo desânimo daqueles que se inscreveram por impulso, não estão preparados e sabem que não têm chances de aprovação;

· a maior parte dos candidatos não está preparada e vai fazer a prova contando somente com a sorte. Estes não oferecem uma concorrência real. A probabilidade de acertar todas as questões da prova chutando é menor do que de acertar na SENA. Lembre-se que o concurso tem matérias e formas de abordagem que se o candidato não estudou, terá grandes dificuldades para resolver.

Pense no concurso como mais uma prova

No lugar de imaginar todos aqueles concorrentes que estão interessados na sua vaga procure imaginar o concurso como mais uma prova dos tempos de colégio ou faculdade. Imagine que é uma prova que você tem que tirar uma determinada nota para passar como, por exemplo, nota 8 (aliás, acertar 80% da prova é uma nota que garante a aprovação na maioria dos concursos).

A vantagem de ver um concurso desta forma é que passa a depender somente de você, de seus estudos e seu desempenho na prova.Encarar o concurso desta forma torna a sua aprovação possível.

Fonte:Tudo sobre Concursos

Bom papiro nesses últimos dias!

 

Técnicas de estudo

Olá, pessoal!

Quero compartilhar aqui com vocês um artigo bem bacana, que fala quais são as 10 melhores técnicas de aprendizagem e fixação do conteúdo, segundo uma revista científica internacional (Psychological Science in the Public Interest – Washington – EUA). Apesar de cada um de nós utilizar diferentes técnicas de estudo, vale a pena prestarmos atenção em alguns pontos bem interessantes desta reportagem, como por exemplo, o grau de eficácia de cada método.

Boa leitura!

 As 10 melhores técnicas de aprendizagem e fixação de conteúdo

“Você pode estar cansado de ler blogs e sites dando pitaco em como você deve estudar e prometendo as melhores técnicas para aprender o conteúdo, mas quando existe respaldo científico ficamos muito mais atentos ao que pode nos auxiliar de fato. É o caso de uma pesquisa divulgada na revista científica Psychological Science in the Public Interest no ano passado. Eles mostraram as dez técnicas mais comuns de aprendizagem e avaliaram o grau de efetividade destas técnicas para a real absorção do conteúdo.

Alguns resultados são surpreendentes. Você vai ficar espantado de saber, por exemplo, que grifar textos e lê-los diversas vezes nem tem tanto poder assim no processo de aprendizagem. Ainda assim, todas as formas de estudo são válidas. Listamos abaixo, portanto, a lista destas 10 técnicas por ordem de maior relevância. A fonte de tradução foi o site mude.nu. Confira:

1) Prática distribuída (utilidade: alta)
A Revista diz que a prática distribuída consiste em distribuir o estudo ao longo do tempo, em vez de concentrar toda a aprendizagem em um bloco só.

Pesquisas mostram que o tempo ótimo de distribuição das sessões de estudo é de 10% a 20% do período que o conteúdo precisa ser lembrado. Por essa conta, se você quer lembrar algo por cinco anos, você deve espaçar seu aprendizado a cada seis meses. Se quer lembrar por uma semana, deve estudar uma vez por dia.

A prática distribuída também pode ser interpretada como a distribuição do estudo em pequenos períodos ao longo do dia, intervalando com períodos de descanso. Por exemplo, uma hora de manhã, uma hora à tarde e outra hora à noite.

2) Teste prático (utilidade: alta)
Simular é o melhor caminho. Realizar testes práticos sobre o que você está estudando é uma das duas melhores maneiras de aprendizagem. A pesquisa científica mostrou que realizar testes práticos é até duas vezes mais eficiente do que outras técnicas.

No caso específico de concursos públicos ou Exame de Ordem, a recomendação é fazer toneladas de exercícios de provas anteriores. Não apenas do cargo para o qual você está estudando, mas qualquer tipo de questão que encontrar pela frente.

3) Estudo intercalado (utilidade: moderada)
O estudo intercalado é o que chamamos de rotação de matérias em posts anteriores. A pesquisa procurou saber se era mais efetivo estudar tópicos de uma vez ou intercalando diferentes tipos de conteúdos de uma maneira mais aleatória.

Os cientistas concluíram que a intercalação tem utilidade maior em aprendizados envolvendo movimentos físicos e tarefas cognitivas (como ciências exatas).

O principal benefício da intercalação, como já havíamos observado, é fazer com que a pessoa consiga manter-se mais tempo estudando.

4) Auto-explicação (utilidade: moderada)

A auto-explicação mostrou-se ser uma técnica útil para aprendizagem de conteúdos mais abstratos. Na prática, trata-se de ler o conteúdo e explicá-lo com suas próprias palavras para você mesmo.

O estudo mostrou que a técnica é mais efetiva se utilizada durante o aprendizado, e não após o estudo.

5) Interrogação elaborativa (utilidade: moderada)
A técnica de interrogação elaborativa consiste em criar explicações que justifiquem por que determinados fatos apresentados no texto são verdadeiros.

O estudante deve concentrar-se em perguntas do tipo “Por quê?”, em vez de “O quê?”.

Seguindo o exemplo que demos pouco antes, em vez de decorar um mnemônico como SoCiDiVaPlu, o ideal seria perguntar-se por que o Brasil adota a dignidade da pessoa humana como fundamento da República? E buscar a resposta na origem do estado democrático de Direito e na adoção do princípio da dignidade da pessoa humana pelas principais democracias ocidentais após a Revolução Francesa.

Note que esse tipo de estudo requer um esforço maior do cérebro, pois concentra-se em compreender as causas de determinado fato, investigando suas origens.

Falando especificamente de concursos públicos, a interrogação elaborativa é um grande diferencial na hora de responder redações e questões discursivas.

6) Resumos (utilidade: baixa)
Resumir os pontos mais importantes de um texto com as principais ideias sempre foi uma técnica quase intuitiva de aprendizagem.

O estudo mostrou que os resumos são úteis para provas escritas, mas não para provas objetivas.

Embora tenha sido classificado como de utilidade baixa, a técnica de resumir ainda é mais útil do que grifar e reler textos. O paper diz que a técnica pode ser uma estratégia efetiva para estudantes que já são hábeis em produzir resumos.

7) Visualização (utilidade: baixa)
Os pesquisadores pediram que estudantes imaginassem figuras enquanto liam textos. O resultado positivo foi apenas em relação à memorização de frases. Em relação a textos mais longos, a técnica mostrou-se pouco efetiva.

Surpreendentemente, a transformação das imagens mentais em desenhos também não demonstrou aumentar a aprendizagem e ainda trouxe o inconveniente de limitar os benefícios da imaginação.

Isso não invalida completamente o uso de mapas mentais para estudos, já que esses consistem além de desenho a conexão de ideias e conceitos.

De qualquer maneira, o resultado do estudo é que a visualização não é uma técnica efetiva para provas que exijam conhecimentos inferidos de textos.

8) Mnemônicos (utilidade: baixa)
Segundo o dicionário Houaiss, mnemônico é algo relativo à memória; que serve para desenvolver a memória e facilitar a memorização (diz-se de técnica, exercício etc.); fácil de ser lembrado; de fácil memorização.

Em apostilas e sites de concursos públicos, é muito comum ver o uso de mnemônicos com as primeiras letras ou sílabas, como SoCiDiVaPlu para decorar os fundamentos da República Federativa do Brasil (artigo 1º da Constituição).

O estudo da Psychological Science in the Public Interest mostrou que os mnemônicos só são efetivos quando as palavras-chaves são importantes e quando o material estudado inclui palavras-chaves fáceis de memorizar.

Assuntos que não se adaptam bem a geração de palavras-chaves não conseguiram ser bem aprendidos com o uso de mnemônicos. Então, utilize-os em casos específicos e pouco tempo antes de teste.

9) Releitura (utilidade: baixa)
Reler um conteúdo, em regra, é menos efetivo do que as demais técnicas apresentadas. O estudo, no entanto, mostrou que determinados tipos de leitura (massive reading) podem ser melhores do que resumos ou grifos, se aplicados no mesmo período de tempo. A dica é reler imediatamente depois de ler, por diversas vezes.

10) Grifar (utilidade: baixa)
Prepara-se para dar um descanso ao seu grifador amarelo. O estudo aponta que a técnica de apenas grifar partes importantes de um texto é pouco efetiva pelos mesmos motivos pelos quais é tão popular: praticamente não requer esforço.

Ao fazer um grifo, seu cérebro não está organizando, criando ou conectando conhecimentos. Então, grifar só pode ter alguma (pouca) utilidade quando combinada com outras técnicas.

Atenção! Lembre-se de que o ranking reflete os resultados do estudo, porém cada pessoa tem o seu estilo de estudo e nada está escrito em pedra.”

 

Fonte: CERS (http://www.cers.com.br/noticias/5269/as-10-melhores-tecnicas-de-aprendizagem-e-fixacao-de-conteudo.html)

RELAÇÃO DE ASSUNTOS E BIBLIOGRAFIAS – ADMINISTRAÇÃO

Futuros Tenentes,

Segue abaixo a relação de assuntos e bibliografias referente ao CONCURSO DE ADMISSÃO / 2014 AO CURSO DE FORMAÇÃO DE OFICIAIS DO QUADRO COMPLEMENTAR / 2015.

PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

ÁREA: ADMINISTRAÇÃO

RELAÇÃO DE ASSUNTOS

1. Teorias Organizacionais
a. Histórico da Administração.
b. Abordagens da Administração: Clássica, Humanística, Estruturalista, Burocrática, Sistêmica,
Neoclássicos, Contingencial e das Teorias Ambientais.
c. Planejamento: Definição; Características, Objetivos, Tipos de Planejamento: Estratégico,
Tático e Operacional, Ferramentas Para o Planejamento.
d. Organização: Definição, Desenho Organizacional, Estrutura; Processos; Divisão do Trabalho;
Departamentalização; Formalidade e Informalidade.
e. Direção: Definição, Poder e Autoridade; Estilos; Motivação, Comunicação, Liderança.
f. Controle: Definição, Fases, Tipos, Sistemas, Processos; o Desempenho e suas Medidas.

2. Políticas Públicas, Cidadania e Gestão Pública
a. Estado, Governo e Sociedade.
b. Fundamentos e Princípios Constitucionais da Gestão Pública.
c. Organização da Administração Pública Federal.
d. Ferramentas de Gestão Aplicadas ao Setor Público.
e. Planejamento e Políticas Públicas.
f. Gestão de Políticas Públicas.
g. Políticas Públicas e Cidadania.
h. Cidadania e Direitos Sociais.

3. O Sistema de Planejamento do Setor Público Brasileiro
a. Formulação de Políticas Públicas.
b. Planejamento no Setor Público (PPA; LDO; LOA).
c. Dívida e Endividamento Público.
d. Receita Pública.
e. Despesa Pública.

4. Gestão Patrimonial no Setor Público
a. Conceito.
b. A Gestão dos Bens Públicos.
c. Inventário dos Bens Patrimoniais Móveis e Imóveis.
d. Controle dos Bens Patrimoniais.

5. Controle e Fiscalização da Gestão Pública
a. Controle Interno.
b. Controle Externo.

6. Organização, Sistemas e Métodos e Tecnologia da Informação
a. Processos e Atividades.
b. Racionalidade e Controle do Trabalho.
c. Instrumentos de Levantamento de Informações.
d. Elaboração e uso de Manuais e Formulários.
e. Estruturas e Processos Organizacionais.
f. Sistemas Integrados de Informação e Gestão.
g. Desempenho Organizacional: Produtividade, Eficiência e Eficácia.

7. Gestão de Pessoas
a. Sistemas de Gestão de Pessoas: Seleção, Contratação, Pagamento e Controle.
b. Avaliação de Desempenho.
c. Sistemas de Remuneração.
d. Cargos, Carreiras e Salários.
e. Liderança e Motivação.
f. Trabalho em Equipe, Comunicação e Interpessoalidade.
g. Mudanças, Conflitos e Mediação.
h. Regime Jurídico dos Servidores Públicos Civis da União, das Autarquias e das Fundações
Públicas Federais.

8. Dimensões e Critérios Decisórios da Estratégia e a Gestão pela Qualidade
a. Conceitos, Métodos e Estruturas da Gestão da Qualidade.
b. Processos, Agentes e Ambientes da Gestão da Qualidade.
c. Instrumentos de Análise e Ferramentas da Qualidade.
d. Indicadores de Desempenho e Indicadores de Gestão.
e. Processos de Melhoria Contínua.
f. Dimensões da Qualidade.
g. Critérios Estratégicos de Decisão.

9. Gestão de Operações De Serviço e Logística
a. O Planejamento e a Estratégia de Operações de Serviço.
b. A Gestão das Organizações de Serviço.
c. A Tecnologia da Informação Aplicada a Serviços.
d. A Gestão de Serviços Públicos.
e. Planejamento da Logística: Suprimento, Transportes, Armazenagem, Distribuição e Custos.
f. Tecnologia da Informação Aplicada à Logística e à Administração de Materiais.
g. Fundamentos e Sistemas de Gerenciamento de Estoques.
h. Almoxarifado: Organização, Recebimento e Armazenagem e Distribuição de Materiais.
i. Licitações.

10. Administração de Projetos no Setor Público
a. Conceito, Tipos e Etapas.
b. Ciclo de Vida de um Projeto.
c. Elementos Básicos de um Projeto.
d. Ferramentas Para Elaboração e Acompanhamento de Projetos.

11. Ética e Transparência
a. Conceito, Histórico e Classificações da Ética.
b. Estágios de Desenvolvimento Moral.
c. Ética e Moral na Administração Pública.
d. Controle Social e Transparência.

BIBLIOGRAFIA
ARAÚJO, Luis César. G. de. Organização, sistemas e métodos e as modernas ferramentas de
gestão organizacional. Volume 1, 5. ed. São Paulo: Atlas, 2011.
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Volume 2, 4. ed. São Paulo: Atlas, 2012.
ARAÚJO, Luis César G.; GARCIA, Adriana A. Teoria geral da administração: orientação para
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BOWERSOX, Donald, J; CLOSS, David, J. Logística Empresarial. São Paulo: Atlas, 2007.
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organização da administração federal, estabelece diretrizes para a reforma administrativa e dá outras
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Público Civil do Poder Executivo Federal e suas atualizações.
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______. Lei Complementar n° 101, de 4 de maio de 2000. Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF)
e suas atualizações. Estabelece normas de finanças públicas voltadas para a responsabilidade na
gestão fiscal e dá outras providências.
______. Lei Complementar nº 131, de 27 de maio de 2009. Acrescenta dispositivos à Lei de
Responsabilidade Fiscal.
______. Lei nº 8.112, de 11 de dezembro de 1980 e suas atualizações. Dispõe sobre o regime
jurídico dos servidores públicos civis da União, das autarquias e das fundações federais. Diário
Oficial da República Federativa do Brasil. Brasília, DF, 1990.
______. Lei nº 8.666, de 21 de junho de 1993 e suas atualizações. Estabelece normas gerais sobre
licitações e contratos administrativos pertinentes a obras, serviços (inclusive de publicidade),
compras, alienações e locações no âmbito dos poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e
dos Municípios. Diário Oficial da Republica Federativa do Brasil. Brasília, DF, 1993.
______. Lei nº 9.784 de 29 de janeiro de 1999. Processo administrativo: normas básicas no âmbito
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Teoria e casos. 2 ed., Rio de janeiro: Elsevier-Campus, 2012.
CASTRO, Domingos Poubel de. Auditoria, Contabilidade e Controle Interno: integração das
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CECATTO, Maria. A. B; MISAILIDES, Mirta, L; LEAL, Mônia, C. H; MEZZAROBA, Orides.
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CORRÊA, Henrique, L; CAON, Mauro. Gestão de Serviços. São Paulo: Atlas, 2012.
CURY, Antônio. Organização e Métodos: uma visão holística. 8. ed. São Paulo: Atlas, 2008.
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DIAS, Reinaldo; MATOS, Fernanda. Políticas Públicas. São Paulo: Atlas, 2012.
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HOPP, Wallace, J.; SPEARMAN, Mark, L. A Ciência da Fábrica. Porto Alegre: Bookman, 2013.
KANAANE, Roberto; FIEL FILHO, Alécio; FERREIRA, Maria das Graças (Org.). Gestão
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MATIAS-PEREIRA, J. Manual de gestão pública contemporânea. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2012. 4

______. Curso de gestão estratégica na administração pública. São Paulo: Atlas, 2012.
______. Finanças Públicas: foco na política fiscal, no planejamento e orçamento público. 6. ed.
São Paulo: Atlas, 2012.
______. Curso de Planejamento Estratégico: foco no planejamento estratégico. São Paulo: Atlas,
2011.
MAXIMIANO, A. C. Amaru. Introdução à Administração. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2011.
MOTTA, Fernando Cláudio P. Teoria das Organizações: evolução e crítica. 2. ed. São Paulo:
Thomson Learning, 2001.
MOTTA, F. C. P.; VASCONCELOS, L F. G. Teoria Geral da Administração. São Paulo:
Thompson, 2002.
MUNIZ, A. J. O. Teoria Geral da Administração: noções básicas. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2001.
PALADINI, Edson P. Gestão da qualidade: Teoria e prática. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2003.
PISCITELLI, Roberto Bocaccio; TIMBÓ, Maria Zulene Farias Timbó. Contabilidade Pública:
uma abordagem da Administração Finananceira Pública. 12. ed. São Paulo, Atlas, 2012.
QUINTANA, Alexandre C.; MACHADO, Daiane P.; QUARESMA, Jozi Cristiane da C.;
MENDES, Roselaine da Cruz. Contabilidade Pública. De acordo com as novas Normas
Brasileiras de Contabilidade aplicadas ao setor público e a Lei de Responsabilidade Fiscal. São
Paulo: Atlas, 2011.
SECCHI, Leonardo. Políticas Públicas. São Paulo: Cengage Learning, 2010.
SILVA, Valmir Leôncio da. A Nova Contabilidade aplicada ao setor pública: uma abordagem
prática. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2013.
SILVA, Lino Martins da. Contabilidade Governamental: Um enfoque administrativo. 9. ed. São
Paulo: Atlas, 2011.
SLACK, Nigel. Administração da Produção. São Paulo: Atlas, 2004.
VÁZQUEZ, Adolfo Sánchez. Ética. Rio de janeiro: Civilização Brasileira, 2008.
VERGARA, Sylvia Constant. Gestão de Pessoas. 14. ed. São Paulo, Atlas, 2013.

Edital Esfcex 2014/2015 – Informativo

Olá Pessoal,

Saiu o Edital de FORMAÇÃO DE OFICIAIS DO QUADRO COMPLEMENTAR (ESFCEX / CFO).

Prova dia : 14/09/2014

VAGAS PARA ADMINISTRAÇÃO : 12 vagas

Segue Links

Edital do concurso (Site Esfcex) :
http://www.esfcex.ensino.eb.br/images/stories/Div_Conc_EsFCEx/ARQUIVOS_CA_2014_2015/Legislacao_CA/edital%20eia-qcm%202015.pdf

Diário Oficial da União:
http://pesquisa.in.gov.br/imprensa/jsp/visualiza/index.jsp?jornal=3&pagina=25&data=26/05/2014

Quadro de Vagas (Site esfcex):
http://www.esfcex.ensino.eb.br/images/stories/Div_Conc_EsFCEx/ARQUIVOS_CA_2014_2015
/Vagas/vagas%20ca%202014.pdf