ESPANHOL | Rumo à EsFCEx

Viñetas y comprensión textual – pruebas de español

1 – VIÑETAS

 

Las viñetas más frecuentes en las pruebas de Español son: Gaturro y Mafalda.

En los años:

 

2005 – Mafalda

2006 – Gaturro

2007 – no hubo viñeta en la prueba.

2008 – Gaturro

2009 – Mafalda

2010 – Garfield

2011 – Gaturro + cartoon

 

2 – COMPRENSIÓN TEXTUAL

 

Ejemplos de cuestiones:

– Idea central del texto;

– Idea central extraída a través de un refrán;

– Relación de la expresión que mejor representa el título del texto;

– Relación del título con el contenido del texto;

– Protagonistas del texto;

– Sentimiento presentado por el mensaje del texto;

– Léxico.

Fase: Compra do Fardamento

Olá a todos!!!

 

Essa nova postagem é para dividir com vocês, leitores, um pouquinho sobre uma fase muito gostosa pela qual o candidato aprovado passa: a compra do fardamento para ingressar no CFO!

 

 

De início, a EsFCEx exige 02 uniformes básicos, os quais são informados aos candidatos através da “carta ao candidato convocado”. Na data de início do CFO, todos os alunos deverão estar de posse desses uniformes iniciais, que são:

– Uniforme de treinamento físico militar (TFM), que é chamado de 5º A e 5º C.

– Uniforme de instrução, que é que é chamado de 4º A1 (popularmente conhecido como uniforme de combate, camuflado, gandola, etc).

 

 

A carta de orientação cita todas as peças que compõem os uniformes. Contudo, para não correr o risco do candidato CIVIL errar na compra dos fardamentos, é interessante conhecer o Regulamento de Uniforme do Exercito – RUE. Afinal, essa é uma fase que, apesar de muito agradável, exige bastante atenção por parte dos candidatos, pois estamos comprando os uniformes que irão nos acompanhar durante muito tempo!

 

 

Os uniformes militares são comercializados por lojas em todas as cidades. Porém, é responsabilidade do aluno observar a qualidade dos itens e a padronização prevista no RUE (guardem essa sigla), porque serão realizadas revistas desses uniformes por parte da Escola. Logo, para não errar na compra, tem que conhecer aquilo que se está comprando.

 

 

Além disso, durante a 1ª semana do CFO, que é chamada de “semana administrativa” e também conhecida como “semana zero”, o aluno precisará usar o seguinte traje: “calça jeans na cor azul escuro; camiseta manga curta de malha branca (sem inscrições); cinto preto; tênis adequado para corrida, na cor preta com cadarço (sem detalhes coloridos) e meias brancas”. É como se fosse a semana de traje “civil” para, após matriculado, poder começar a usar a farda militar.

 

 

Todo o fardamento é custeado pelo próprio aluno, então, é necessário desembolsar uma boa grana nessa fase… Os fardamentos custam caro (R$) e são compostos de inúmeros pequenos detalhes. Posteriormente, quando do recebimento do 1º salário (a hora feliz!), o aluno receberá o ressarcimento pelas fardas. Ah… Vale ressaltar que (como sempre) as mulheres gastam bem mais durante a compra do fardamento! rsrss Os detalhes femininos sempre falando mais alto: acessórios de cabelo, meia-calça, uniforme de TFM com mais peças que o masculino, etc.

 

 

Nas fotos estão as 2 lojinhas onde consegui fazer a compra dos meus uniformes: Casa do Militar (em Recife) e MK-2 (em Fortaleza). Como tenho familiares nessas 2 cidades, pude comparar melhor os preços em ambas. Inclusive, na MK-2 o vendedor entedia tudo sobre o RUE, adorei! A partir de agora, após iniciar o CFO, a compra dos próximos uniformes que nos serão exigidos será realizada no próprio bazar militar que funciona dentro da EsFCEx. E em Salvador, como o custo de vida é bem maior, consequentemente, os uniformes também serão mais caros.

 

 

Bem, para vocês que estão na caminhada em busca da aprovação, essa foi uma pequena atualização para deixá-los a par dos momentos vividos como candidato(a) aprovado(a). Afinal, em breve, serão vocês que estarão vivenciando essa fase!!!

 

“E por hoje é só, pessoal…”

Um abraço a todos e muita FÉ na caminhada!

Kelly

Inspeção de Saúde – IS

Olá a todos,

 

Escrevi esse post por sugestão de um leitor que deixou um comentário no início do blog. Então, vamos lá: falar sobre o “Capítulo V – Da Inspeção de Saúde – IS” do edital 2011/12 e sobre a “Seção III – Dos Documentos e Exames de Responsabilidade do(a) Candidato(a)”.

 

A inspeção médica é a 2ª fase do concurso, ocorre logo após sair o resultado do “Exame Intelectual – EI” e antes do candidato realizar o “EAF – Exame de Aptidão Física”.

 

De início, o candidato precisa saber que, assim como todas as demais, a IS é uma fase que dispensa bastante atenção. Contudo, desde que o candidato não apresente nenhum problema de saúde, é um processo tranqüilo que se resume basicamente em: seguir a lista de exames exigidos no edital e apresentá-los à junta médica militar do concurso. E o objetivo da fase é simplesmente: saber como está sua saúde! Você está apto a encarar as atividades físicas do Exército?

 

Na verdade, preciso me corrigir ao citar a palavra “tranqüilo”, porque o processo como um todo é tranqüilo, mas o período da realização dos exames é uma correria enorme! E o motivo? Basta ver o tamanhão da lista de exames no edital!

 

Para começar, o importante é o candidato “não se perder” nos exames, manter sempre a listinha na mão e ir ticando cada exame realizado ou anotando a data prevista para receber o resultado. Uma boa dica é o candidato organizar os exames em blocos (otimizará seu tempo e facilitará sua vida!).

 

Inicialmente, procurei um clínico geral para me dar o correto encaminhamento de acordo com cada especialidade dos exames e laudos que o edital exige. Então, ele me ajudou a dividir a lista em 5 blocos. Esses blocos facilitaram demais as marcações de consultas com os respectivos especialistas de cada área:

 

1) Exames laboratoriais de coleta de sangue (em jejum).

II – sorologia para Lues e HIV; (obs: Lues é o termo p/ sífilis).

III – reação de Machado-Guerreiro; (obs: descobri que o nome desse exame atualmente só é usado pelos militares; muitos laboratórios o conhecem por “Elisa”. Tem a finalidade de detectar doença de Chagas).

IV – hemograma completo, tipagem sanguínea e fator RH, e coagulograma;

XI – sorologia para hepatite B (contendo, no mínimo, HBsAg e Anti-HBc) e hepatite C;

XIII – glicemia;  XIV – uréia e creatinina;

XVI – teste de gravidez BHCG sanguíneo (para mulheres);

 

2) Outros exames laboratoriais: V – parasitologia de fezes; / VI – sumário de urina;

 

3) Radiografias:

I – radiografia dos campos pleuro-pulmonares;

IX – radiografia panorâmica das arcadas dentárias;

XV – radiografia de coluna cervical, torácica e lombar com laudo; (obs: em jejum).

 

4) Exames mais específicos:

VII – teste ergométrico;  VIII – eletroencefalograma;  X – audiometria;

 

5) Consultas mais simples:

XII – exame oftalmológico;

XVII – colpocitologia oncótica (somente para candidatas do sexo feminino, tradução: prevenção ginecológica).

 

Nessa fase, alguns candidatos precisarão desembolsar (R$) um valor bem significativo para todo esse corre-corre de exames e outros conseguirão realizá-los através de planos de saúde. Contudo, ambos os grupos terão em comum: muitas idas e vindas a várias clínicas ou hospitais diferentes… Seguir uma verdadeira agenda médica!

 

Após receber todos os resultados, é comparecer ao dia marcado para a IS e esperar a hora de entregar o envelope aos militares da junta médica. Na hora que chamam seu nome, dá um friozinho na barriga… Mas não tem porque se preocupar se os médicos pelos quais você passou antes não acusaram nenhuma anormalidade em seus exames / laudos. O friozinho é apenas o lado emocional do candidato que adora se fazer presente em todas as fases do concurso, afinal, é a realização de um sonho!

 

Para finalizar, creio que podem ser citados alguns bizus para essa fase:

 

1) A cada consulta feita, avise ao médico que você está fazendo com a finalidade de concurso e peça que ele coloque o nº do seu RG com órgão expedidor ou seu CPF nos exames.

2) É importante ter atenção ao tempo de recebimento dos resultados de cada exame, porque o resultado de alguns são fornecidos no mesmo dia e outros podem ter prazos de até 1 semana, 15 ou 20 dias.

3) A parte relacionada à coleta de sangue se subdivide em vários exames, então, na hora de recebê-los, é importante conferir um a um.

4) Existem alguns exames que exigirão a adoção de alguns procedimentos, os quais os médicos irão te orientar. Por ex: lavar o cabelo com sabão de coco antes do eletroencefalograma (eita, palavrão!), tomar uma medicação tal para uma radiografia tal, usar tênis e roupa confortável para o ergométrico, etc.

5) E a última dica: aproveitar o dia da IS para conhecer e conversar bastante com seus futuros colegas do CFO!

Bem… “E por hoje é só, pessoal…”

Um abraço e boa sorte,

Kelly

Exame de Aptidão Física (EAF) 2011 – Salvador

(clique na foto)

Olá, pessoal!

O objetivo desse post é falar um pouquinho sobre o Exame de Aptidão Física – EAF. E como meu processo seletivo foi realizado em Salvador, vou falar como se deu o EAF aqui na terrinha do acarajé!

 

 

O EAF ocorreu nos dias 19 e 20/12/11 . Percebi que não somente eu, mas

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muitos outros candidatos desejavam que todos os exercícios fossem feitos num único dia… Seria um verdadeiro sonho fazer a prova num dia só e ficar logo livre da espera! Porém, todo ano, o edital exige a aplicação do teste em 2 dias para evitar que o candidato fique “fadigado” e, conseqüentemente, para aumentar nossa tensão ao esperar o 2º dia de teste, rsrss.

 

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Nós, candidatos, chegamos cedinho (por volta de 7h) para nos aquecer (e conversar também, lógico!). Já conhecia alguns colegas desde o dia da fase anterior ao EAF, o dia da Inspeção Médica – IS no hospital militar. Estes foram meus colegas de EAF em Salvador que eu já conhecia pessoalmente: Leciane (1º coloc. Comunicação Social), André (1º coloc. Psicologia),

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Thiago (2º coloc. Psicologia), Ruiz Rômulo (1º coloc. Direito) e Filipe (2º coloc. Direito). Faltou apenas o Fernando (1º coloc. História), que não foi ao teste, talvez tenha optado em seguir seu doutorado, pois na IS estávamos conversando e ele vivenciava o dilema da escolha …

 

 

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Depois de citar tanta gente, lembrei do que me disse o capitão no dia da IS:  “Nossa! A Bahia esse ano teve muitos aprovados: 7 baianos muito bem colocados!”. Contudo, tive que deixá-lo triste ao corrigir: sou cearense e a colega de comunic. social é mineira, logo, 2 baianos a menos! (rsrss)

 

 

 

Conheci essa galerinha porque o Thiago marcou um dia para fazermos uma

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“simulação de EAF” numa pracinha do bairro da Pituba (pertinho da EsFCEx), onde eu e Thiago corríamos. Na verdade, a gente corria na mesma praça e ainda não se conhecia! O dia da simulação foi ótimo, pude fazer o índice feminino junto com a Leciane e percebi que eu estava indo bem, mas que ainda tinha um pouquinho a melhorar: o fôlego! O esposo da Leci (que já é militar) nos acompanhou nos exercícios e corrigiu minhas flexões, porque eu estava fazendo c/ os braços muito afastados do corpo e precisava ser mais fechado e também correu com os meninos pra fazer os índices masculinos. A ajuda dele foi de grande valia pra nós!

 

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No EAF conheci também os colegas que ficaram na majoração:

Mariana (enfermagem), minha companheira durante toda a corrida! Largamos e chegamos juntas! Foi ótimo ter a sorte de achar alguém c/ o mesmo ritmo. Valeu, Mari!

Daniela, minha colega de área (magistério-espanhol), muito bom conhecê-la.

Tatiana de Direito, que estava c/ medo da corrida, mas chegou direitinho!

André de Direito, que quase nos deu um susto na barra, mas conseguiu!

– O Thomas de Adm, que correu tão bem que os meninos disseram que bebeu “gasolina aditivada” no café da manhã!  (obs: a colocação da majoração dele foi muito boa, quem sabe não estará no CFO desse ano!).

– O Alex de Biologia e o Marcelo de Pedagogia. Esses 2 eram os que mais nos faziam rir! Humor nas alturas!

– O Valdir, aprovador de Magist-Português, que não tive a oportunidade de conversar, mas nos conheceremos durante o CFO.

 

Bem, turma muito boa… E minha mensagem pra quem ficou na majoração

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é que eles precisam ter em mente que estão perto, muuuito perto e o importante será manter esse ritmo de estudo pra prova de 2012. Deus sabe a hora certa de nos dar o que pedimos, afinal, dizem que “Deus não demora, Ele capricha!”. E como nos disse o colega Denis Lúcio de informática, “Concurso é uma fila, o importante é não sair dela, porque uma hora chegará sua vez!”.

1º dia de EAF: flexões e abdominais

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Bom, no 1º dia foram realizados as flexões e os abdominais. Os candidatos trocaram de roupa antes da prova, porque na Escola não se entra de bermuda / short e foram para a quadra, onde os tenentes responsáveis pelo EAF deram tempo para o aquecimento e, depois, começaram a explicação sobre o teste. Os tenentes participantes foram: Ten. Henrique, Ten. Ernani e Ten. Wolker, que também nos acompanharão no decorrer do CFO.

 

Tudo foi demonstrado com muito profissionalismo. Os tenentes tiraram algumas

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dúvidas e até tentaram deixar os candidatos tranqüilos, mas confesso que todos estavam tensos, porque era o início de mais uma fase decisiva. Afinal, passar na prova da EsFCEx é como atravessar um oceano e ninguém queria pensar em nadar e morrer na praia! Durante o aquecimento formou-se, até sem percebermos,  o “clube do Bolinha e o da Luluzinha”, então, falo agora pelas Luluzinhas: a gente olhava uma pra outra e via a tensão no ar e, como conforto, dizíamos “que bobagem a nossa, é uma coisa tão simples, a gente vai lá, faz e acabou”… Sabíamos que era um teste bem simples, mas parecia que o emocional mandava no racional e que a apreensão não queria nos deixar…

 

Então, deu-se o início do EAF e … Por ordem alfabética: Ana Kelly… Ui! Ser a 1ª

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candidata a começar o teste parece que me fez gelar… Todo mundo olhando sem piscar o olho, deu um pouco de medo de sair algo errado, mas pensei logo: todo mundo aqui dessa quadra ta na mesma situação!… Quando comecei a fazer a 1ª flexão, pronto, foi tudo muito rápido, parece que na hora nem dá tempo pensar, só ouvi a voz do tenente contando e aquele silêncio geral… Foi então que a Leciane começou a bater palmas e o pessoal acompanhou… Alívio!

 

Voltei pra sentar na arquibancada e percebi que foi bom ser logo a 1ª mesmo,

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porque as meninas estavam uma ao meu lado com a mão trêmula e a do outro lado, gelada… A chamada dos candidatos prosseguiu e a gente vibrava a cada candidato que finaliza sua prova… Todos APTOS na FLEXÃO! Depois vieram os ABDOMINAIS e, como o nervosismo já tinha passado e o exercício em si é super tranqüilo (apenas 20 para mulheres), então, era só relaxar e executar. Fim do 1º dia, todos aptos, graças a Deus!

 

Obs: pena que não temos fotos da execução dos exercícios…

2º dia de EAF: corrida e barra

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No 2º dia do EAF, estávamos novamente na Escola para dar início à corrida às 7:30h, torcendo para não chover e também não fazer sol tão forte (não queria nada, né? Nem parece que vou ter que correr toda tarde no CFO no sol de 16:30h em horário de verão!).

 

A prova da corrida era ao redor do campo de futebol da EsFCEx e, confesso que, quando vi pela 1ª vez, fiquei assustada com o tamanho do local. Parecia a “terra do nunca”, eu não via o fim do campo!

 

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A corrida não é classificatória, ou seja, tanto faz o candidato chegar em 1º ou em

último, o importante é alcançar o índice em no máximo 12 minutos (masculino: 2.200m e feminino 1.600m).

 

Para o lado feminino, o dilema da corrida era: corremos todas juntas ou vai cada

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uma no seu ritmo? Decidimos que o ideal era cada uma seguir conforme treinou e foi a melhor decisão! Afinal, não adianta querer fazer um ritmo maior do que o que se treinou, o fôlego pode faltar e o candidato se prejudicar! Então, ao largar, os homens dispararam na frente, porque o índice deles é maior. O marco dos 1.600m feminino ficava perto de um “bambuzal”, após completar a 1ª volta do campo, lembro que só passava uma coisa na minha cabeça: cadê esse bendito bambuzal que não chega?!

 

As mulheres correram meio campo juntas e, depois, cada uma foi de acordo com seu ritmo de treino: Leciane ficou mais à frente (chegou em 8’30”), logo atrás viemos eu e Mari (9’10”) e, em seguida, Dani e Tati. E em relação aos homens, nem deu tempo vê-los chegar ao fim, porque depois que a gente conclui a prova, parece que fica meio desorientada… Quando dei por mim, eles já estavam vindo ao nosso encontro e… TODOS APTOS!  Agora, pras mulheres: fim de prova, só alegria! Como é bom ser mulher!!! Agora para os homens: a temida barra! Ah, mas ainda bem que agora é só 1, no edital anterior eram 3. A barra também foi tranqüila, teve apenas o susto do colega majorado André, que não se aqueceu direito e a barra quase não saía, mas saiu!  Todos felizes pra assinar a ata de aprovação do EAF.

 

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E nesse 2º dia, graças a minha amiga Geisa (futura Ten. Al. de Contábeis 2013), pudemos ter fotos da nossa prova, porque ela foi me acompanhar e assistir ao EAF. Contudo, tanto ela como meu esposo estavam mais nervosos que eu, parecia que os 2 que iam correr! Quando passei por eles só lembro de um grito: respira, só falta 1 volta!

Meu tempo de treino para o EAF

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Só comecei a treinar para a parte física do concurso quando “me livrei” do Exame Intelectual –EI. Antes, só conseguia pensar em estudar para a prova, nada de usar meu tempo com exercícios físicos. Era uma sedentária do estudo. Em 2010, acompanhei meu esposo fazer dessa forma e vi que deu certo, então, não temia o fato de treinar apenas durante 3 ou 4 meses. Sabia que seria tempo suficiente, bastava dar o 1º passo e manter a determinação.

 

Comecei a treinar na metade de setembro e só conseguia correr, no máximo, míseros 500m (chegava com a “língua de fora”). Flexão? Só 1 e era agradecendo! Abdominal é que não era problema, esse exercício sempre foi super tranqüilo pra mim. Então, pra poder pegar o “mínimo de força nos braços”, entrei na academia e, aos poucos, comecei a conseguir 3 flexões, 5, 7 e enfim, saíram as 10 flexões do edital! Hoje em dia, consigo até mais e lembro de quando isso era um “bicho papão”! Obs: não nasci pra academia, saí assim que adquiri resistência pra fazer as temidas flexões…

 

A corrida foi uma conquista gradativa. Corria noite sim, noite não e, a cada vez, tentava superar um pouquinho a distância anterior. Até que um dia, alcancei os tão suados 1.600m (literalmente). Correr em Salvador tem suas vantagens (muita orla, farol da Barra, dique do Tororó…).

 

Compartilhando um erro: quando comecei a correr, disparava muito rápido e, pouco tempo depois, já não tinha o mesmo ritmo, nunca conseguia chegar ao índice da prova. Até que, de tanto ouvir o Emanuel dizer que estava errado, que eu não sabia correr, um dia resolvi seguir o que ele dizia: larguei lentamente, corri só “trotando” (achava um saco correr assim, mas me acostumei), quando percebi, meu fôlego não acabou e… Deu certo: alcancei o índice pela 1ª vez! Daí pra frente, foi só repetir e permanecer naquele meio termo: nem tartaruga, nem lebre… Apenas “atrrreta”.

 

E não poderia finalizar sem agradecer ao meu esposo, que mesmo estando machucado e fazendo fisioterapia, ia me acompanhar só pra dar força e cronometrar o tempo das minhas corridas. Assim, para quem tem medo da parte física, após ter passado por ela, o que posso dizer a vocês é a mesma frase que ele me repetia a cada treino: SE VOCÊ TREINOU E CONSEGUIU, NO EAF TAMBÉM CONSEGUIRÁ! NÃO TEM MISTÉRIO, SIMPLES ASSIM!

Dicas Iniciais da Silvana

OS BIZUS DA SIL

CONHEC. GERAIS E PROVA ESPECÍFICA:

 

PORTUGUÊS – Fiz uma revisão de tópicos em que tinha algumas dúvidas. Como já fiz 10 concursos em diferentes áreas desde 2009, já tinha uma boa bagagem dessa matéria. Existem cursinhos que oferecem módulos só de português, recomendo que dêem uma olhada em suas cidades porque vale a pena investir pra pegar dicas e macetes.

 

HISTÓRIA – Meu calcanhar de Aquiles! Passei um aperto nessa matéria porque só acertei 5 questões, então, fiquei até o último momento com medo de mudarem o gabarito e eu não passar. Aconselho lerem o máximo que puderem da bibliografia.

 

GEOGRAFIA – Para o concurso deste ano, um conhecimento dos livros básicos/gerais de Geografia foi suficiente. Claro que o melhor é ler todos os indicados na bibliografia, mas se faltar tempo, decorem o livro “Geografia do Brasil” – o 4º da lista da bibliografia.

 

ESPANHOL (idioma – com. gerais) – Me surpreendi com a exigência de termos técnicos para quem não é da área, como “eufonía” e “heterosemántico”. Foram 2 questões de interpretação, 2 de verbos (importantíssimo saber os modos e tempos verbais), 2 de falsos amigos (heterosemánticos), 1 de eufonia, 1 de pronomes, 1 da diferença entre “muy-mucho” e 1 de sinônimos. Portanto, aconselho conhecerem todos os modos e tempos verbais e memorizar uma lista de falsos amigos (para aqueles que não falam espanhol).

 

MAGISTÉRIO ESPANHOL – Já conhecia os livros da bibliografia que li/estudei/utilizei ao longo dos 8 anos em que atuo na área. Tive que focar mais nos PCNs, rever os métodos de ensino e decorar a Lei 11.161. Fundamental conhecer bem a gramática do espanhol:

– Para quem já atua na área, não terá problema com os modos e tempos verbais – 7 questões (o tema mais cobrado na prova).

– O 2° tópico que mais caiu foram os complementos diretos e indiretos – 4 questões.

– Em 3° lugar vêm a acentuação e as conjunções – 3 questões cada.

– Seguidas pelos artigos, sinônimos, classificação das orações, PCNs e métodos de ensino com 2 questões cada.

– As outras questões tratavam de interpretação, pronomes, preposições, identificar a frase correta, palavras como “lo”, “cuantos”, “algo”, superlativo relativo, identificar a frase correta, a lei 11.161, heterosemánticos, heterotónicos e heterogenéricos (é preponderante saber distinguir os três – isso vale para quem escolher o espanhol como idioma geral também).

 

Bom, a dica final que eu deixo é fazerem todas as provas dos anos anteriores pra se familiarizarem com o estilo da banca. Isso vale pra qualquer concurso!

 

Silvana Castro.

Aprovada Magistério Espanhol – Curitiba / PR

DICA 1 – Um pouquinho sobre História

DICA DE ESPANHOL? NÃO!

DICA SOBRE OS LIVROS DE HISTÓRIA DO BRASIL…

 

Esse blog é voltado aos assuntos da área de ESPANHOL, porém, a 1ª dica que desejo repassar não será sobre esse tema e sim, sobre a matéria que eu mais “temia” para a concurso… A famosa “História do Brasil”!

 

Através da minha experiência de estudo para o processo seletivo, pude perceber que a prova de História do Brasil é o verdadeiro terror da maioria dos candidatos. Já ouvi e também li inúmeros candidatos afirmando que é a prova mais difícil de conhecimentos gerais.   Bem, será mesmo a prova de história assim tão difícil? Ou será que o candidato já começa a estudar com esse “pré-conceito” de que ela é realmente difícil? Criou-se um verdadeiro mito?!

 

Para ajudar a diminuir um pouco esse “mito”, preparei algumas dicas sobre a bibliografia:

Comece estudando por um livro de História do Brasil utilizado por alunos do Ensino Médio, desses de leitura bem simples para que você possa relembrar a história desse nosso Brasilzão, que não estudamos mais desde o período da escola ou do vestibular… Por mais que o livro não esteja indicado na bibliografia, vale a pena ler sim. Não adianta começar os livros da bibliografia sem ter feito uma boa leitura básica antes, é como se o candidato quisesse passar pra leitura de nível avançado sem ter passado pelo nível básico.

 

E por que motivo? Porque a maioria dos livros da bibliografia de história é voltada aos leitores que já possuem um mínimo de conhecimento sobre a história e vão se aprofundar ou, até mesmo, se especializar um pouco mais em determinados períodos históricos.

 

Então se você começar a ler um dos livros, por exemplo, do historiador José Murilo de Carvalho, seja “A construção da ordem / Teatro das sombras / Formação das almas” não aproveitará tanto a leitura se, antes, não fez uma leitura básica para relembrar o começo da história desde as grandes navegações, chegada ao Brasil, pré-colônia, colônia, império, república… Começar a ler qualquer livro da bibliografia aleatoriamente, poderá implicar no risco de não compreender a leitura por falta de subsídio anterior, ou seja,  de uma informação lá do livro do ensino médio.

 

Existem livros que são muito específicos, por ex: Negros da terra, de John Manuel MONTEIRO. Livro que foca a trajetória dos índios e bandeirantes. Após a leitura, o candidato se torna praticamente um especialista em etnias indígenas do Brasil… Não é proveitoso começar pelos de temas mais específicos.

 

 

Existem, inclusive, alguns livros que são utilizados nas faculdades de história! Meu professor de história do cursinho até se surpreendeu ao ver que a prova de “conhecimentos gerais de história” da EsFCEx exigia livros que são estudados e debatidos nos cursos superiores de história. Ex: Segredos Internos, de Stuart B. SCHWARTZ, e Da monarquia à república, de Emília Viotti da Costa.

 

Há um livro que está na bibliografia há muuuito tempo, o tradicional: Raízes do Brasil, do historiador Sérgio Buarque HOLANDA. Fala sobre a colonização portuguesa no Brasil, uma “leve” exaltação aos feitos portugueses…

 

Há outros que exigem uma leitura mais concentrada e muita determinação para conseguir concluir, como por ex: História Geral do Brasil, de Maria Yedda LINHARES (Org.). Os primeiros capítulos são de uma leitura super difícil, mas dá pra sobreviver até o capítulo 10. Vale a pensa ler sim.

 

Mas também existem “flores” no caminho. Há alguns que são super fininhos e de leitura tranquilíssima, rapidinho o candidato os lê, como: A década de 70, de Nadine HABERT, A década de 80, de Marly RODRIGUES ou A semana de arte moderna, Neide Rezende, e uns 2 ou 3 outros livros.

 

E existe um, em específico, que o autor é considerado um “papa” da nossa história: História do Brasil, de Boris FAUSTO. É um livro de tamanho “obeso” e um pouco assustador, porém, são “breves” 596 páginas imprescindíveis para o concurso da ESFCEX. É a “bíblia” de história do Brasil…

 

Desses que citei, os que mais gostei foram, respectivamente: História do Brasil (Boris), Formação das almas, Negros da terra e História Geral do Brasil (Yedda).

 

 

 

E, por fim, a parte mais importante do meu estudo de história: quando comecei a estudar essa disciplina, o 1º livro que li foi História do Brasil, de Luiz KOSHIBA. Consegui esse livro através de uma prima que estudou por ele quando cursava o 1º ano do Colégio Militar. Era um livro antigo, assim como a nossa história do Brasil! Esse mesmo livro também foi estudado pelo Emanuel durante a preparação dele para o concurso. Atualmente, KOSHIBA já não consta mais na bibliografia, no entanto, considero esse autor o nível básico para se começar a estudar pra ESFCEX: leitura resumida e acessível. Não pense que você estará perdendo tempo, á que se trata de um livro que não consta no edital. Pense que você estará ganhando um conhecimento prévio que te dará bem mais condições de compreender qualquer um outro livro da bibliografia.

 

Alguma sugestão de dica? Deixe em “comentários” ou poste no fórum.

Um abraço,

Kelly

Rumo à EsFCEx