Seleção da Marinha do Brasil

Seleção para Oficiais temporários da Marinha do Brasil.

Requisitos: Curso superior nas especialidades abaixo e no máximo 45 anos de idade.

 

ÁREA

ESPECIALIDADE

CIDADE

VAGAS

SAÚDE

Enfermagem

Natal/RN

03

Fisioterapia

Natal/RN

02

Recife/PE

02

Fonoaudiologia

Natal/RN

01

Nutrição

Natal/RN

01

Recife/PE

01

Fortaleza/CE

01

TÉCNICA

Direito

Recife/PE

01

Administração

Maceió/AL

01

Comunicação Social

com habilitação em jornalismo

Natal/RN

01

Biblioteconomia

Fortaleza/CE

01

MAGISTÉRIO

Português (Letras)

Fortaleza/CE

01

Biologia

Fortaleza/CE

01

Pedagogia

Fortaleza/CE

03

ENGENHARIA

Arquitetura

Natal/RN

02

Engenharia Mecânica

Natal/RN

01

Fonte: http://www.mar.mil.br/3dn/download/2014/oficiais/Aviso-de-Convocacao-n04_2014-Oficiais.pdf

 

 

Dia da Bandeira

ESPECIAL

“Auriverde Pendão da minha terra, que a brisa do Brasil beija e balança, estandarte que à luz do Sol encerra divinas promessas de esperança”.

O soldado de Caxias mantém respeitosa convivência e intimidade com a Bandeira do Brasil.

Diante dela, o cidadão afeito ao combate, consciente, responsável e livre, pronuncia seu juramento de defendê-la, se preciso for, com o sacrifício da própria vida.

Nossa Bandeira levada aos campos de batalha foi mantida vitoriosa e digna. Se conduzida em marcha, hasteada, em solenidade ou formatura, no País ou em Missão de Paz no exterior,diante dela, mais do que manifestar respeito, orgulho e patriotismo, vibramos ao  enxergá-la, expressivo Símbolo Nacional, com os olhos do coração.

bandeira-brasilNas solenidades internas e no exterior, tremulando ao vento,  sentimos que ela sobrepaira a todos os brasileiros reunidos, fraternalmente, num só coração, independente da cor da pele ou do credo religioso. A Bandeira nos fala da unidade que representa e da soma que corporifica a grandeza da livre e democrática Alma Brasileira.

A História do nosso atual Auriverde Pendão, guarda uma sintonia  com a História da Pátria.

Cores e símbolos são raízes que remontam às Casas Reais dos Braganças e dos Bourbons, ao antigo Império Lusitano, ao  Descobrimento do Brasil e ao despertar da consciência nacional nascida com o Nosso Exército em Guararapes.

proclamacaoA República Federativa do Brasil, proclamada em 15 de Novembro de 1889, tem, na sua Bandeira, raízes na da Independência, sobretudo com a Esfera Armilar substituída, no Segundo Império, pelo globo azul celeste, que espelha do nosso País o enorme conteúdo hídrico, territorial, marítimo e, sobretudo, toda uma singular e altiva população.

Destaquemos, ainda, as estrelas representativas dos Estados Federados e, da Cruz trazida nas caravelas de Cabral, o significativo e sagrado Cruzeiro do Sul, a iluminar e abençoar a fervorosa e única sociedade do Brasil.

Nossa Bandeira, em seu histórico percurso, mais que representar o  espaço geográfico e seu potencial, faz pulsar, a cada tempo, a concórdia, a solidariedade, a harmônica convivência dos Poderes, o sentimento de justiça, o respeito e aceitação aos diferentes, o  cuidado com o meio ambiente e o fundamental requisito da paz conquistada, construída e preservada para sustentar o crescimento do País com operosidade, Ordem e Progresso.

“Bandeira idolatrada, altiva a tremular, onde a liberdade é mais uma  estrela a brilhar”.

Brasília, DF, 19 de novembro de 2014.

General de Exército Enzo Martins Peri
Comandante do Exército

Fonte: Centro de Comunicação Social do Exército

Aplicacaodaprova

Aplicação da prova da EsFCEx

Espero que todos tenham realizado uma ótima prova no domingo passado.

A Banca do Concurso da EsFCEx empenhou-se muito para promover uma excelente prova e está de PARABÉNS!

A instituição conseguiu fazer em um curto período de tempo, a reaplicação de uma prova complexa e aplicada em 33 cidades simultaneamente, seguindo todos os parâmetros de qualidade, sigilo e garantia de lisura.

Mais uma vez, a Escola promove um concurso de altíssimo nível para os candidatos preparados.

Agora é aguardar a divulgação do gabarito da EsFCEx para fazermos nossa conferência e avaliar nosso desempenho.

Aproveito, também, para falar sobre alguns comentários em páginas do Facebook informando sobre possível abertura de envelope de provas, antes do início da prova. Sobre esse assunto, recomendo que fiquem tranquilos, porque muito provavelmente tudo isso não passa de um mal entendido e não haverá anulação do certame por esse motivo.

Os envelopes com as provas são transportadas dentro dos malotes e estes também possuem lacre. O malote só é aberto pouco antes do início da distribuição dos envelopes aos fiscais e, em ato contínuo, seguem para as salas.

Não é possível haver subtração, fotocópia e distribuição de um exemplar da prova no pequeno intervalo de tempo entre a abertura do malote e a distribuição dos envelopes de provas.

É comum haver pequenas alterações em alguns envelopes (pequenos rasgos) causadas pelo atrito no transporte do malote.

Todos os anos, após a aplicação das provas, ocorrem esses tipos de relatos com o intuito de promover o descrédito do certame. São tumultos desnecessários promovidos por aqueles candidatos que não estudaram o suficiente e não estão de fato concorrendo por uma das vagas.

Fiquem tranquilos. Quem estudou de verdade e estava preparado estará com seu nome na lista de aprovados.

Forte abraço,

Emanuel Peixoto

estrada

Destinos do CFO 2014

  OM CIDADE
ADMINISTRAÇÃO Cmdo 12ª RM Manaus-AM
Cmdo 1ª DE Rio de Janeiro-RJ
Cmdo 1ª RM Rio de Janeiro-RJ
Cmdo 7ª RM Recife-PE
Cmdo 8ª RM Belém-PA
Cmdo 9ª RM Campo Grande-MS
DGP Brasília-DF
H Gu Alegrete Alegrete-RS
SGEx Brasília-DF
Ba Adm Ap Ibirapuera São Paulo – SP

 

BIBLIOTECONOMIA EsFCEx Salvador-BA
ECEME Rio de Janeiro-RJ

 

ENFERMAGEM H Mil A São Paulo São Paulo-SP
H Ge Belém Belém-PA
H Gu Marabá Marabá-PA
H Mil A Brasília Brasília-DF
H Mil A Campo Grande Campo Grande-MS
H Ge Salvador Salvador-BA
H Ge Fortelaza Forteleza-CE
H Ge João Pessoa João Pessoa-PB
H Gu S G Cachoeira São Gabrial da Cachoeira-AM
HCE Rio de Janeiro-RJ
EsSA Três Corações-MG
H Ge Juíz de Fora Juíz de Fora -MG
H Mil A P Alegre Porto Alegre-RS
H Gu Florianópoles Florianópoles-SC
H Gu Curitiba Curitiba-PR

 

PSICOLOGIA CEP Rio de Janeiro-RJ
H Mil A São Paulo São Paulo-SP
  C Av Ex Taubaté-SP

 

VETERINÁRIA 1º RCG Brasília-DF
8ª DSUP Belém-PA
EsEqEx Rio de Janeiro-RJ
3ª DSUP Nova Santa Rita-RS

 

DIREITO Cmdo CMA Manaus-AM
Cmdo 12ª RM Manaus-AM
DCT Brasília-DF
DGP Brasília-DF
EME Brasília-DF
Cmdo 1ª RM Rio de Janeiro-RJ
Cmdo CMN Belém-PA

 

MAGISTÉRIO BIOLOGIA CMM Manaus-AM
CMSM Santa Maria-RS

 

INFORMÁTICA Cmdo 1ª RM Rio de Janeiro-RJ
CDCIBER (2 vagas) Brasília-DF
CITEx (2 vagas) Brasília-DF
CDS (2 vagas) Brasília-DF
4ª CTA Manaus-AM

 

MAGISTÉRIO HISTÓRIA CMB Brasília-DF
CMM Manaus-AM

 

COMUNICAÇÃO SOCIAL CMP Brasília-DF
CMM Manaus-AM

 

CIÊNCIAS CONTÁBEIS 8ª ICFEx Belém-PA
COLOg Brasília-DF
DGP Brasília-DF
SEF Brasília-DF

 

MAGISTÉRIO PORTUGUÊS CMB Brasília-DF

 

Fonte: http://www.esfcex.ensino.eb.br/images/escolha.pdf

A GUERRA DO AÇÚCAR: AS INVASÕES HOLANDESAS NO BRASIL

Capa A guerra do Acucar

É com satisfação que comunicamos o lançamento da obra A GUERRA  DO AÇÚCAR: AS INVASÕES HOLANDESAS NO BRASIL.

A obra trata-se de uma importante fonte para compreender o maior  conflito de nosso Período Colonial.

Para você que precisa estudar História do Brasil para o concurso da EsFCEx, o tema Invasão Holandesa é questão rotineira nas provas do certame.

SINOPSE

Durante trinta anos, no curso do século XVII, uma grande parte do Nordeste brasileiro era holandês.  Em busca de um produto extremamente valioso na Europa – o açúcar – a Companhia das Índias Ocidentais holandesa realizou duas tentativas de instalar uma colônia no Brasil, dando origem a um intenso e custoso conflito.

A partir de fontes historiográficas brasileiras e europeias, A Guerra do Açúcar conta a história desse conflito que colocou a Companhia das Índias Ocidentais contra Portugal, Espanha e nativos do Brasil.

O período holandês no Brasil pode ser estudado sob diversos enfoques: político, econômico, social, cultural etc.  A Guerra do Açúcar analisa o período das invasões sob a ótica da História Militar e, para contar essa história, o autor acessou toda a historiografia disponível e visitou diversos museus, campos de batalha e fortificações remanescentes na região Nordeste do Brasil.

Uma história de homens rudes, soldados e insurretos, mercenários e piratas, índios e negros; de um povo que se recusou a ser dominado por uma cultura estranha e hostil.  Uma história de lutas e sacrifícios, mas, sobretudo, de esperança em um destino mais promissor.

A Guerra do Açúcar é prefaciada pelo general Aureliano Pinto de Moura, presidente do Instituto de Geografia e História Militar do Brasil.

ESTRUTURA DO LIVRO

Prefácio – General Aureliano Pinto de Moura, presidente do IGHMB

Apresentação

Capítulo 1 -  Um projeto ousado

Capítulo 2 -  A fala de Deus – A arte da guerra no século XVII

Capítulo 3 -  As forças coloniais portuguesas no Brasil

Capítulo 4 -  As forças da Companhia das Índias Ocidentais

Capítulo 5 -  Os holandeses invadem a Bahia

Capítulo 6 -  O “terror dos mares” – Período entre as invasões

Capítulo 7 – Os holandeses conquistam o Nordeste

Capítulo 8 -  O Conde expande a conquista

Capítulo 9 -  A Guerra da Liberdade Divina

Capítulo 10 -  Negociando o Brasil

Capítulo 11 -  O Legado

Bibliografia

Notas


SOBRE O AUTOR

Carlos Roberto Carvalho Daróz é oficial de Artilharia do Exército Brasileiro, historiador militar, professor e pesquisador.  Nascido no Rio de Janeiro, obteve seu bacharelado em Ciências Militares pela Academia Militar das Agulhas Negras e diplomou-se Mestre em Operações Militares na Escola de Aperfeiçoamento de Oficiais.  Paralelamente a vida militar, desenvolveu sua carreira acadêmica. Com licenciatura em História pela Universidade Salgado de Oliveira, especializou-se em História Militar pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro e pelo Instituto de Geografia e História Militar do Brasil.  Atua como professor do Colégio Militar do Recife e do curso de pós-graduação em História Militar, da Universidade do Sul de Santa Catarina.  É membro do Instituto de Geografia e História Militar do Brasil e pesquisador-associado do Centro de Estudos e Pesquisa em História Militar, da Diretoria do Patrimônio Histórico e Cultural do Exército Brasileiro.

Historiador militar da nova geração, possui dezenas de artigos e trabalhos de História Militar, publicados na Revista do Exército Brasileiro, A Defesa Nacional, Revista da Universidade da Força Aérea, Revista Militar (Portugal) e outros periódicos especializados.  É palestrante frequente de temas relacionados à História Militar, tanto no meio militar, quanto na academia. É autor do livro Um céu cinzento: a história da aviação na Revolução de 1932, que conta a história do emprego do Poder Aéreo na Revolução Constitucionalista.

COMO ADQUIRIR UM EXEMPLAR DA OBRA COM O AUTOR:

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Emanuel Peixoto